|
![]() |
INSTITUTO PARA O DESENVOLVIMENTO DA HABITAÇÃO ECOLÓGICA
Tels. (11) 3326-9876/ 3715-1888/ 3227-4742/ 9234-2350 Skype: idhea-ecoprodutos Rua Ribeiro de Lima, 282, cj. 410-E - Bom Retiro - São Paulo, SP, 01122-000 idhea@idhea.com.br www.idhea.com.br home | contato |
home > modo de vida sustentável
O cidadão sustentável: Por que ecoprodutos? A produção e o consumo inconscientes, sem levar em conta a preservação dos recursos naturais finitos, estão levando o planeta à ruína, seja pela redução nas matérias-primas disponíveis, como pela poluição gerada nos processos de fabricação, uso e descarte.
Uma das soluções é a produção e
uso de ecoprodutos nos segmentos da alimentação, vestuário,
mobiliário, construção civil, com os objetivos de: a) garantir saúde e
qualidade de vida e meio ambiente para o próprio consumidor; e b) estimular
novos processos de produção e consumo na sociedade, mais harmoniosos, justos
e que garanta recursos para as gerações futuras. Tornando-se consciente das próprias ações e das suas conseqüências e impactos sobre a sociedade. Agindo de forma pró-ativa; informando-se e transformando a informação em conhecimento. Dicas de alimentação e saúde
Evite ou limite o consumo de bebidas alcoólicas, cigarros e substâncias
inebriantes ou que alterem o estado de consciência;
Habitação Se possível, utilize aquecedores solares para esquentar a água do banho. Eles ajudam a economizar de 25% a 30% na conta de energia elétrica e se pagam em um ano e meio de instalação. O sistema contribui para poupar energia em geral;
Evite morar próximo de grandes torres de transmissão ou das chamadas
estações Rádio-base para telefonia celular; Alimentação Para quem não tem condição de cultivar o próprio alimento -caso da maior parte das pessoas que vivem nos centros urbanos-, é importante seguir alguns critérios, antes de sair para as compras. Hortaliças (verduras e legumes) Procure adquirir produtos de época, que “dão” em cada estação. A maior parte das hortaliças consumidas no Brasil são de origem européia –como a alface, a cenoura e a escarola-, mas isso não impede que encontremos produtos de época e nativos. Há vegetais que, embora não sejam nativos do Brasil, estão inteiramente adaptados ao nosso solo. É o caso do inhame e do cará, por exemplo. Outros produtos, de origem temperada mas igualmente maravilhosos, são a cenoura, o nabo e a bardana (gobô) -que pode ser encontrada em casas de produtos naturais e de origem oriental. Produtos orgânicosSe possível, adquira produtos orgânicos, que não tenham sido cultivados com adubos químicos ou pulverizados com agrotóxicos. Procure pontos de venda de produtos orgânicos na cidade -feiras, entrepostos, casas de produtos naturais, etc.-, onde você encontrará um grande sortimento de artigos alimentícios de qualidade. Há cada vez mais produtores orgânicos nas feiras e gôndolas de supermercados. Produtos rústicosExistem também produtos rústicos, que não são exigentes em seu cultivo, dispensando agrotóxicos e adubos químicos. Normalmente, os agricultores não os cultivam com exclusividade. Aproveitam o espaço vazio de alguma outra cultura e plantam nos intervalos (consorciação). Essa é uma ótima opção para quem deseja produtos saudáveis, sem contaminantes. Alguns itens que podem ser comprados sem medo: maxixe, batata-doce, quiabo, cará, inhame, taioba, limão galego ou rosa. Desses, dois são particularmente recomendados: o limão -uma das mais importantes frutas- e o inhame. Reduza o consumo dos seguintes alimentos: batata-inglesa (batatinha), tomate, carnes de qualquer espécie (peixe, carne bovina, frango, mariscos, ostras, camarões etc.). Introduza em sua alimentação leguminosas -que são ricas em proteínas vegetais-, como soja, grão-de-bico, feijão azuki, lentilha, ervilhas etc., além de cereais integrais, como aveia, trigo integral, cevadinha, centeio e arroz integral. Utilize azeite de oliva, de preferência prensado a frio, ou óleo de gergelim; para cozimento, prefira óleo de girassol, também prensado a frio. Use também oleaginosas, riquíssimas em proteínas, óleos naturais e vitaminas, caso da Castanha do Pará, Castanha de Cajú e semente de girassol (sem a casca), que contém um fator anti-radioativo em sua composição. Ao adquirir soja ou produtos derivados, certifique-se de que não é transgênico, tecnologia absolutamente desnecessária e de consequências imprevisíveis para o ser humano. Quem vê cara, não vê o venenoNa hora de comprar verduras, não se norteie pelos produtos mais bonitos -que às vezes carregam muito venenos. Evite vegetais vistosos e brilhantes, que normalmente recebem doses pesadas de adubos químicos, além de agrotóxicos para manterem seus tecidos (folhas) isentos de insetos. Use o raciocínio inverso ao da propaganda, no caso das hortaliças. Procure alimentos mais “feios”, em que seja possível encontrar alguma minhoca ou mesmo uma simples tesourinha. Vermes e insetos podem significar que o vegetal não foi pulverizado com agrotóxicos ou que a carga não foi muito intensa. Lembre-se de um raciocínio básico: vida atrai vida. Se um inseto recusa ou morre após o contato com um determinado alimento, será que esse produto fará bem à nossa saúde? No caso de frutas, evite as importadas, que recebem conservantes e que normalmente são cultivadas com adubos químicos solúveis e agrotóxicos. Prefira sempre alimentos de época, da sua região ou locais próximos. Outra opção é procurar associações ou produtores orgânicos, cujos produtos sejam certificados por entidades de reconhecida credibilidade.
Higiene
|
|||||||||||||
![]() |
Além da alimentação, é fundamental zelar pelo corpo e seu funcionamento. Quantidades excessivas de produtos químicos em contato com o corpo podem acarretar na retirada de sua proteção natural. Pele
Evite o uso excessivo de sabonetes no corpo, com exceção daquelas partes que acumular sujeira, como unhas, mãos, solas dos pés, órgãos genitais e ânus. Procure utilizar o sabonete com parcimônia. Sabonetes retiram a gordura natural que reveste a pele humana, a qual funciona como proteção contra os efeitos nocivos de alguns raios do espectro solar (particularmente, o ultravioleta) e microorganismos que se encontram no |
| ambiente. Além disso, a gordura natural da pele é um dos fatores de assimilação das vitaminas do tipo D. Após alguns dias sem usar sabonete, a pele voltará a ficar sedosa e a respirar normalmente. | |
Para retirar o excesso de gordura e limpar reentrâncias -como atrás do pescoço, por trás das orelhas-, utilize a bucha vegetal (uma cucurbitácea, planta da mesma família das abóboras), que pode ser encontrada em supermercados, farmácias homeopáticas, fitoterápicas e casas de produtos naturais. É excelente também para retirar as células mortas.
Caso não consiga abster-se de sabonetes, procure usar sabonetes neutros, em cuja composição haja a menor quantidade de ingredientes químicos.
Não permita que a propaganda consumista -que encara as pessoas apenas como consumidores e não seres humanos- mapeie e “loteie” seu corpo, impingindo-lhe produtos para os cabelos, olhos, orelhas, lábios, pescoço, abdômen, pés, mãos, etc. Tudo o que fizer, faça-o conscientemente. Exerça seu direito de escolha, o que inclui também o direito de recusar o que é inútil e prejudicial.
Lembre-se que quanto maior o número de produtos que forem colocados em/e sobre seu corpo, maior será a dificuldade de respiração de sua pele. Não respiramos apenas pelas narinas, mas também pela pele, pés e cabelos.
![]() |
home |
artigos e entrevistas | apresentação |
blog |
cadastro | canal do estudante certificação | consultorias | construção sustentável | cultura | cursos e palestras | dicionário eventos | ecodesign | ecoprodutos | faq | imprensa | links | mapa do site modo de vida sustentável | pintura ecológica | reforma ecológica reuso da água | soluções sustentáveis copyright © 2008 - IDHEA - Todos os Direitos Reservados |